Doença do carrapato pode levar animal à morte

Apatia, febre, falta de apetite e fraqueza são alguns dos sintomas

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Você chegou em casa e o seu amigo de todas as horas nem fez aquela festa toda. Não pulou, não abanou freneticamente a cauda, não quis te lamber. Apenas te olhou com o carinho de sempre, mas ficou mais quieto que o de costume. Estranhou? Então é hora de levá-lo ao veterinário, principalmente se, junto a essa apatia, você notar sintomas como febre, falta de apetite e fraqueza. Ele pode estar com a temida hemoparasitose, popularmente conhecida como “doença do carrapato”.

Apresentando-se de duas formas: babesiose ou erliquiose, a doença é transmitida através do carrapato marrom, que faz morada na pele do animal e se alimenta de sangue. A enfermidade pode ser confirmada por meio de um exame sorológico específico para detecção da patologia, e o tratamento ocorre conforme a gravidade do caso. Geralmente, de acordo com o estágio da doença, as chances de cura são altas.

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Lion não resistiu à doença do carrapato

No entanto, em algumas situações, a hemoporasitose pode levar o animal à morte. Foi o que aconteceu com Lion, um Pastor de Shetland, de 10 anos, que morreu durante o tratamento. “Foi muito rápido, fiz tudo o que estava ao meu alcance, mas ele não resistiu. Ainda é muito difícil lidar com a ausência do meu Lion, meu amor eterno, que partilhou com minha família momentos felizes e também tristes, e que viverá para sempre em meu coração”, conta, emocionada, a administradora Karine Moura.

Embora existam pesquisas e estudos a respeito, infelizmente  ainda não existe vacina contra a hemoparasitose. Por isso, é preciso tomar diversos cuidados para evitá-la. Uma das formas de prevenção é manter o ambiente onde o cachorro vive sempre desinfetado com produtos apropriados para a aniquilação dos referidos parasitas e, além disso, ao passear com o bichinho, é preciso ficar atento ao contato com outros cães, já que, por serem pequenos, os carrapatos acabam por passar de um animal para o outro, facilitando contaminações.

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Esse texto foi escrito por Claudia Magnólia. Se gostou, diga: tá legal, tá bacana. Se não gostou, diga: melhore, Magnólia! Mas não deixe de expressar a sua opinião 😉

E-mail: claudiamagnolia@camacarimulher.com.br

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