Feliz Dia das Mães???!

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O Dia das Mães está chegando e pra todo canto que a gente olha tem um coração. Muitas mensagens, homenagens, declarações… Aqui mesmo no site tá rolando cada texto incrível sobre a agridoce tarefa de ser mãe… (eu amo!) Queremos tanto ser boas mães (ou nem ser mãe de jeito nenhum), acertar nas escolhas, direcionar para os melhores caminhos… daí me peguei pensando… Tem tanta mãe se esforçando pra ser e dar o melhor, que mata dois leões por dia para que o filho não precise matar nenhum, tanta mãe lutando para que os filhos não tenham que passar pelos mesmos perrengues que ela um dia passou, mas e você que é filh@? Qual tem sido o teu (e meu também) nível de esforço para retribuir tudo o que a sua mãe fez/faz por você?

Quero ser, sempre, o melhor pra você meu amor!

A gente precisa aprender a ser filh@ também… Não me conformo com essa geração Z (e olhe que sou Y) que não respeita, maltrata, que se impõe, que fere e agride com palavras, que se aproveita do acesso à informação e tecnologia para utilizá-los a seu favor na hora de uma birra ou malcriação. Que quer ter “privacidade” com seu celular, que quer tudo pra ontem, que tá sempre com preguiça ou apressad@ demais, que acha que uma ligação ou mensagem de whatsapp pode substituir o calor da sua presença… Ah! Vamos botar a mão na consciência né minha gente? Pera, não tô dizendo aqui que sou uma filha perfeita, que era uma santa na aborrecência e muito menos que sou a melhor mãe do planeta, mas me esforço para ser uma boa filha. Mãe pra mim é algo divino, um ser sublime, incrível, digno de todo o bem querer de um filho. Sobretudo, digna de RESPEITO!

Não espera a tua mãe ficar velhinha pra cuidar dela não! Faz um carinho, leva ela pra almoçar em qualquer dia da semana, vai com ela ao cinema, apresenta o teu mundo pra ela, teus amigos, teu amor. Ajuda nas tarefas domésticas, faz um elogio, diz que a ama, acompanha ela no médico, faz pipoca e senta com ela vendo Netflix, segura a mão dela, leva ela contigo para onde você for, não se permita sentir vergonha do jeito dela ser, enxuga suas lágrimas (e tente não ser a causa delas), deixa ela te contar aquele sonho compriiiiido que ela teve com você a noite passada, ouve suas histórias, valoriza, protege, ama… Reflita duas vezes antes de dar aquela resposta cheia de ira, tenha paciência, respire… Diga que a ama!

Mãe, você é tudo pra mim! (eu e ela, de mãos dadas, sempre!)

Lembra que foi dentro dela que você se formou (tem coisa mais incrível e sobrenatural do que isso?), que ela já foi tua casa, teu primeiro amor… Lembra que ela é, tua mãe. O tempo voa (a vida é trem bala parceir@) e você não sabe por quanto tempo ela estará ali. Pensa! Uma vida inteira não se resume ao segundo domingo de maio. Seja você o seu melhor presente, seja filh@ todos os dias!

Esse texto foi escrito por Elba Coelho. Se gostou, diga: tá legal, tá bacana. Se não gostou, diga: melhore, Elba!

E-mail: elbacoelho@camacarimulher.com.br

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