Comportamento

Autoestima perdida: como recuperar? Veja dicas da psicoterapeuta Salma Reis

 

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Salma Reis é psicóloga e psicoterapeuta

Olhar-se no espelho e sentir-se a mais feia das criaturas, desistir de ir a algum lugar por achar que não é para você, acreditar que todo mundo é capaz de atingir metas, realizar sonhos, menos você. Se você está vivenciando algo parecido com isso, provavelmente sua autoestima está lá embaixo. Não é uma situação fácil, mas, acredite: você pode sair dessa! Como? Veja algumas dicas importantes dadas pela psicóloga e psicoterapeuta Salma Reis.

Cultive o amor próprio

Pode parecer clichê, mas é a mais pura realidade. A primeira grande atitude é descobrir o verdadeiro amor por si própria. E sentir esse amor inclui acolher as dores, entrar em contato com as “sombras” para então se permitir limpar o que não faz mais sentido, aquilo que teve sua importância para o crescimento e aprendizado, mas que deve ficar no passado. Lembre-se: o medo de se conhecer impede que as pessoas alcancem o melhor de si.

Não tenha vergonha de buscar ajuda

É muito bom se sentir amada pelas pessoas que são importantes para nós, mas temos que nos fazer uma pergunta: é suficiente? Enquanto existir uma sensação de falta constante, como se nada preenchesse, como se existisse um vazio, algo que é difícil explicar com palavras, mesmo que todas as pessoas ao redor demonstrem todo amor e carinho, é hora de buscar ajuda de um profissional. Talvez todo esse sentimento esteja aí pra alertar, pra mostrar que algo não está tão bom e merece ser olhado com mais carinho.

Acredite no seu poder pessoal

Dentro de cada um de nós existe um grande poder! Entretanto, ao longo da vida vamos adquirindo crenças sobre como devemos ser para nos sentirmos aceitos pelo outro. A grande ilusão está em tentar incessantemente agradar o outro. Como se tudo estivesse fora e nunca dentro de nós. Não é o que o outro diz, que deixa a pessoa pra baixo, mas a forma como ela se enxerga, como se trata… Talvez frases negativas estejam inconscientemente tão enraizadas que a pessoa se maltrate diariamente e nem perceba. É preciso parar de dar ouvidos a essas vozes externas e passar a ouvir o seu próprio eu. Conectar-se consigo mesmo, conhecer e confiar no seu poder pessoal.

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