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Bla bla blá da Tatá: Mãe da Ayla

Ayla e os papais
Ayla e os papais

Eu sou mãe, quer dizer, agora sou mãe e avó. Tenho uma shih-tzu de dois anos e sete meses e vó porque ela acabou de se tornar mãe de cinco bolinhas de pelos.

Eu ganhei Ayla de presente de formatura, meu coração se encheu de alegria quando vi aquela mini cadelinha que tinha mais pelo do que qualquer coisa, chegar lá em casa. É um amor que envolve toda a família.

Fazia pouco tempo que tinha perdido o Rolf (um poodle que tive) e na nossa cabeça nunca mais criaríamos nenhum outro cachorrinho. Mas quem resistiu ao olhar pra Ayla?

Eu não sou contra a compra de animais, eu sou contra o maltrato. Independente do meio que se adquira o animal, o que importa, pra mim, é o jeito que vai tratá-lo a partir daquele momento.

Ayla
Ayla

Como todo filho, algumas regras foram necessárias colocar para que Ayla cumprisse desde pequena, como fazer xixi no local certo, evitar latir quando não fosse necessário, guardar os brinquedos depois de brincar, deixar pentear o cabelo sem resmungar ou querer morder.

Hoje em dia, quando algumas pessoas a conhecem pessoalmente, falam: “Nossa, além de linda é bem educada!”, que mãe não gosta de ouvir isso? Claro que, como qualquer filho, às vezes ela faz umas coisas erradas e o castigo vem.

Ah.. Como mãe de menina, é obvio que enfeito minha pequena, só que para ela deixar e se acostumar, foi treinada desde pequena, milagres não acontecem! Se você quiser que seu cachorro seja de tal jeito, deve trabalhar para que ele fique daquele jeito.

Quando Ayla começou a ter o pompom de pelos eu já comecei a amarrar porque aí ela começou a adaptação. Assim como as roupinhas; hoje em dia, quando ela sabe que vai sair, já arrasta para perto da porta a coleira e um vestidinho, rsrsrs.

E com toda a doçura que ela tem, já conseguiu fazer “milagre”, pois o Sr. Edvaldo, nosso vizinho, que morria de medo de cachorros, independente do tamanho, nunca chegava perto, fazer carinho então?? Deus o livre. Mas quando nos mudamos para o condomínio, ele foi se aproximando dela e hoje em dia, os dois brincam, correm, ela já vai para a casa dele, fazer a sonsa e pedir comida (sim ela tem esse mal costume de ir pedir comida na casa dos vizinhos). E os dois são muito amigos.

Ayla e o marido Kadu
Ayla e o marido Kadu

Este mês, ela me proporcionou um dos momentos mais incríveis, quando teve seus primeiros filhotinhos, alguns com dificuldade, outros tranquilamente. Era uma sensação de medo e ansiedade mas graças a Deus, no final, deu tudo certo.

Minha preocupação maior era com a saúde dela, lógico! Mas a cada dia me apaixono pelos meus netinhos lindos, que ainda não entendem muito da vida, mas já podem sentir o amor que os cerca.

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