Bem-Estar

Mulheres de Camaçari mostram coragem e força no pedal

Modelo 1
(Foto: Cleber Sousa)

Sexo frágil para quem? As mulheres tem se apropriado cada dia mais do seu espaço, provando que não há nada que não sejam capazes de fazer. Prova disso é o aumento desse público pedalando sobre as ruas e estradas da cidade. Antes da faculdade, depois do trabalho, nos finais de semana, e até mesmo nos feriados, elas sempre acham um tempinho para praticar uma atividade física e cuidar da saúde.

Eleito pela ONU como o transporte ecologicamente mais sustentável do planeta, o pedal tem conquistado muitas pessoas que buscam mais qualidade de vida. Além disso, andar de bicicleta é ótimo para dar uma suavizada na pressão feita sobre a coluna, joelhos ou tornozelos.

 

Ingrid Nascimento
Ingrid Sacramento (Foto: Joice Santos)

Foi de olho nesses benefícios que a assistente de qualidade, Ingrid Sacramento, de 43 anos, começou a praticar Mountain Bike (modalidade de ciclismo praticada em percursos com obstáculos e irregularidades, como estradas de terra, trilhas em montanhas ou fazendas, dentro de parques e até cidades). Adepta do esporte há pouco mais de um ano, ela já participou de diversas trilhas, algumas com mais de 100km distância e não abre mão de pedalar. “Com essa atividade eu adquiri qualidade de vida, fiz grandes amizades, mudei minha rotina completamente e venci o sedentarismo”, elenca.

 

Rubria Liliane
Rubria Liliane (Foto: Cleber Sousa)

Quem compartilha do mesmo pensamento é a agente de imóveis, Rubria Liliane, de 25 anos, que há quatro vem se dedicando a essa modalidade. “Sou apaixonada pelo que faço e pretendo avançar muito mais no esporte neste ano”, revela. Ela incentiva outras mulheres a praticarem a atividade, mesmo que, para muitas, pareça difícil. ” Tomei muitos tombos. O pior foi em um pedal noturno, que deixou marcas que carrego até hoje, mas faz parte da evolução. Convido vocês a experimentarem este esporte que nos dá a liberdade de superar desafios”.

 

Simone Batista
Simone Batista (Foto: Cleber Sousa)

Quem ainda não se arriscou, pode ficar tranquila, pois equipamentos como capacete, luvas, óculos, roupas e sapatos adequados para ciclismo fornecem segurança para as praticantes. A dona de casa Simone Batista, de 39 anos, não se arrepende de ter arriscado. Para ela, quando se tem força de vontade, não é difícil conseguir. Vítima de uma depressão, ela viu na atividade um novo sentido para a vida. “Eu conheci o Mountain Bike há quase três anos, através de um amigo, numa fase muito difícil da minha vida. Depois que comecei a praticar, melhorei gradativa e significativamente. Hoje, pratico também corrida de rua e musculação. O esporte foi e é fundamental na minha vida”, finaliza com um olhar vitorioso.

E aí, vamos pedalar?

cmulhermenor

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