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Tricotando com a poderosa Carol Assemany

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O que é que a baiana tem? Tem muito carisma, tem! Tem uma voz eloquente, tem! Encanta como ninguém… E o nome dela é? Carol Assemany! Uma artista maravilhosa que nasceu no interior de Goiás, numa cidade que tem nome de deusa: Ceres! Talvez seja por isso que ela nasceu assim, tão diva! E que nos desculpem quem achar que estamos bajulando demais, mas estamos bajulando sim, temos que bajular mesmo, afinal, essa cantora, que veio para Camaçari aos três anos de idade e se considera mais baiana do que qualquer outra coisa, enche de alegria o nosso município.

Dona de um talento inquestionável, e de uma simplicidade sem tamanho, Carol é daquelas pessoas que entram nas nossas vidas como uma canção que aquece o nosso coração e nos deixa com aquela sensação de plenitude, sabe?! Com saudade de vê-la e ouvi-la, o Camaçari Mulher quis saber: por onde anda Carol Assemany? E mais: quando teremos a oportunidade de prestigiá-la nos palcos novamente? Ela contou tudo, não escondeu nada! Vamos tricotar:

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Carol, quando foi que você se deu conta de que queria ser uma cantora profissional?

Eu canto profissionalmente desde 2004 (geeente, são 12 anos!!!). Nunca pensei, planejei, sequer imaginei ser cantora… A-CON-TE-CEU! Era um hobby, como o teatro e a dança. Aí foram surgindo os cursos, os convites, os professores de teatro me pedindo para cantar nas peças, pessoas elogiando a minha voz… mas para mim era algo natural, e, aos poucos, fui descobrindo isso e busquei lapidar. Em 2004, uma prima muito querida disse que tinha uma vaga para cantoras num restaurante daqui de Camaçari e eu fui, então as coisas começaram a acontecer.

Nesses 12 anos, qual foi o momento mais feliz?

Olha poderosa, confesso que foram todos muito felizes, ser cantora é a melhor profissão do mundo, canto para amigos, faço muuuitos amigos, toco com amigos, as canções unem e emocionam as pessoas, acessam o coração de qualquer pessoa em segundos. Mas é bem verdade que alguns momentos foram mais felizes e funcionaram como marcos de superação, que foram os shows na Sala do Coro do Teatro Castro Alves em homenagem à Camaçari; ou quando cantei em Aracaju onde temos um público maravilhoso que sempre cobra o nosso retorno; tive também a oportunidade de levar o nome da nossa cidade ao palco do Canecão, no Rio de Janeiro, no Festival de Música Prata da Casa da Petrobrás e cantar em Portugal. Foram momentos maravilhosos que só de lembrar, bate uma felicidade danada!

Foto: Saulo Sâncio
Foto: Saulo Sâncio

Sua energia no palco é contagiante, e Camaçari está com saudades de te ouvir cantar. Quando teremos essa chance novamente?

Ahhhh… eu também estou com saudades!! Há quatros anos, venho me dedicando mais à Psicologia, e, em função do adoecimento da minha amada imperatriz e avó, precisei me afastar de compromissos artísticos, mas estou terminando a faculdade e já adianto que existem alguns projetos para o próximo ano.

Que maravilha! Então #vemrodando2017!! O que podemos esperar, exatamente?

Temos um projeto, em especial, que será para matar a saudade de cantar para os nossos amigos e nossas amigas, pois são eles e elas os maiores motivadores para continuarmos investindo VIDA e AMOR na Arte! Sem eles e elas nada, nada, nada disso tudo seria possível. Por isso o meu profundo agradecimento e dengo (risos) para os músicos, atores e dançarinos, produtores, contratantes, patrocinadores, público, ou seja, nossos grandes amigos e parceiros nesta louca jornada que é levar canções aos corações e assim nutrir almas. “O que seria da vida se tivéssemos a loucura ou sabedoria de cantá-la?!”

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